Como solução, recomendo procurar fabricantes europeus

Há uma grande diferença entre a abordagem europeia e a americana para o design de capacetes, diretamente relacionada à dureza e maciez de vários componentes do capacete. Em alguns impactos, um material mais duro fornece melhor proteção; em outros, um material mais macio fornece melhor proteção. Em termos gerais, o material mais macio é melhor para maior proteção contra impactos, enquanto o material mais duro funciona melhor em impactos mais comuns, mas menores.

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A tecnologia atual de capacetes envolve um revestimento interno para absorver choques, feito de espuma EPS, semelhante a uma versão mais dura de isopor. Há um revestimento de conforto que os pilotos geralmente confundem com um componente de proteção, que normalmente também fornece algum acolchoamento. Um capacete adequado também deve ter espuma EPS na área inferior para proteger adequadamente o rosto e a mandíbula.

Mesmo os capacetes mais seguros têm algumas limitações tecnológicas. Primeiro, muitas lesões na cabeça resultam da rotação. O cérebro flutua em fluido dentro do crânio. Se a cabeça for quebrada em rotação, o movimento pode induzir o rompimento do cérebro, mesmo que o crânio e a camada externa da pele permaneçam em perfeitas condições. Da mesma forma, o cérebro pode ser batido para frente e para trás no crânio, resultando em ferimentos contra os contornos ásperos do interior do crânio. Pelo menos uma empresa está comercializando um capacete que tem uma membrana externa móvel solta, com a alegação de que pode reduzir lesões cerebrais rotacionais em 65%. Até o momento, não tive sucesso na compra de um modelo de rosto inteiro deste capacete para envio aos Estados Unidos.