Agora que você sabe um pouco sobre assinaturas digitais, vamos ver como elas funcionam. Assinaturas digitais usam métodos especiais de segurança para garantir que o documento seja real e não tenha sido alterado, usando PKI (Public Key Infrastructure).
Aqui está uma análise simples de como a PKI funciona:
A PKI usa dois tipos de “chaves”: uma chave pública e uma chave privada.
A chave privada é como uma senha secreta que somente o signatário conhece, usada para “bloquear” a assinatura.
Como criar assinatura digital válida juridicamente
A chave pública é um código que qualquer um pode usar para ‘desbloquear’ e verificar a assinatura. Se desbloquear, a assinatura é genuína.
Uma terceira parte confiável, chamada CA (Certificate Authority), ajuda a criar essas chaves e fornece um certificado que comprova a identidade do signatário.
Agora, vamos percorrer as etapas de como as assinaturas digitais são realmente usadas:
O remetente escolhe um documento para assinar e o carrega em uma plataforma ou software de assinatura eletrônica.
Este software calcula um ‘hash’ exclusivo (uma espécie de impressão digital) do conteúdo do documento.
A chave privada do remetente então cria outro hash, formando a assinatura digital.
Uma vez assinado, o documento, juntamente com a assinatura digital e um certificado digital, é enviado ao destinatário.
O dispositivo do receptor usa a chave pública para “descriptografar” ou desbloquear a assinatura e a verifica com o certificado.
O computador do destinatário também calcula seu próprio hash do documento e o compara ao hash do remetente. Se eles corresponderem, significa que o documento é autêntico e não foi alterado.
Em essência, essas etapas garantem que o documento seja assinado pela pessoa correta e permaneça inalterado durante a transmissão.